Bem, este seria o tema que certamente deveria ficar para o fim da minha lista, pois é um tema vazio em si mesmo. Mas certamente não o será para a maioria dos visitantes deste blog e vem na sequência da minha discussão sobre a fé.
Fui baptizado à nascença, tive uma educação católica e frequentei catequese durante 4 anos. De seguida, fiz a 1ª comunhão. Do 5º ao 9º ano frequentei um externato franciscano em Lisboa, onde fui encorajado a fazer o Crisma, tendo sido um dos 2 ou 3 que o rejeitaram fazer.
De facto, fui levado a acreditar que acreditava em Deus e foi mesmo isso que aconteceu, se bem que sempre com uma certa desconfiança e amargo de boca.
Porém, desde logo em miúdo quando me diziam que o Homem era feito à imagem e semelhança de Deus no Génesis, imaginava um Deus com cabeça, tronco e membros, com coração, pulmões e até intestino delgado e intestino grosso. E ficava naturalmente incrédulo. Podia ser este o ser omnipotente e todo-poderoso? Poderia Deus sofrer de mau humor matinal e ter cólicas intestinais? Acho que deve ter começado por aí a minha sensação de absurdo.
Despertei para o ateísmo por volta do início da minha adolescência, inesperadamente cedo demais para quem ainda acreditava no Pai Natal na 4ª classe.
E não, não foi através de aparições e milagres que esta verdade, que Deus não faz sentido, se me ofereceu. Nem foi o substituir de uma crença por outra.
A ideia da existência Deus era simplesmente irracional, ilógica e louca. Sim, louca! E cheguei, por dedução, à seguinte conclusão: Jesus Cristo, filho de Deus, fez-se louco para curar a loucura dos Homens. Ámen!
Fui baptizado à nascença, tive uma educação católica e frequentei catequese durante 4 anos. De seguida, fiz a 1ª comunhão. Do 5º ao 9º ano frequentei um externato franciscano em Lisboa, onde fui encorajado a fazer o Crisma, tendo sido um dos 2 ou 3 que o rejeitaram fazer.
De facto, fui levado a acreditar que acreditava em Deus e foi mesmo isso que aconteceu, se bem que sempre com uma certa desconfiança e amargo de boca.
Porém, desde logo em miúdo quando me diziam que o Homem era feito à imagem e semelhança de Deus no Génesis, imaginava um Deus com cabeça, tronco e membros, com coração, pulmões e até intestino delgado e intestino grosso. E ficava naturalmente incrédulo. Podia ser este o ser omnipotente e todo-poderoso? Poderia Deus sofrer de mau humor matinal e ter cólicas intestinais? Acho que deve ter começado por aí a minha sensação de absurdo.
Despertei para o ateísmo por volta do início da minha adolescência, inesperadamente cedo demais para quem ainda acreditava no Pai Natal na 4ª classe.
E não, não foi através de aparições e milagres que esta verdade, que Deus não faz sentido, se me ofereceu. Nem foi o substituir de uma crença por outra.
A ideia da existência Deus era simplesmente irracional, ilógica e louca. Sim, louca! E cheguei, por dedução, à seguinte conclusão: Jesus Cristo, filho de Deus, fez-se louco para curar a loucura dos Homens. Ámen!