Eis a forma como eu vejo a criação do mundo: Por que é que ele haveria de ter sido criado? Porque é que haveria necessariamente de haver um início e um fim?
Essa é a minha perspectiva, embora apenas uma das possíveis. Mas esta é uma premissa que fornece um resultado curioso: a desnecessidade de encontrar um criador, a desnecessidade de compreender o sentido do por que estamos aqui. Se o mundo desde sempre existiu, deixa de fazer sentido perguntar porquê que existimos. O mundo é, sempre foi e sempre será. É uma premissa que conduz a um ponto focal, a um ponto único de racionalização.
De facto, o tempo é apenas uma medida como outra qualquer. Não tem qualquer significado semântico. É apenas uma forma de orientação, uma questão prática. Mas não possui relevância em si mesma.
Para mim, o mundo é apenas guiado pelas leis da natureza e da física e a sua linguagem é a matemática. Leis que são imutáveis, por consequência imunes ao passar do tempo.
Para mim, o mundo não é um jogo de dados. Só consigo concebê-lo de uma forma determinista, mas tão complexo que só o apreendemos de uma forma aleatória. Como o lançamento de um dado em que definimos probabilidades, mas a verdade é que o resultado depende tão só e apenas da força com que lançamos o dado, da sua inclinação e da superfície onde cai o dado e de todas as outras variáveis associadas.
Para mim, o mundo também não é batoteiro, pois os jogadores somos nós, e as regras do jogo estiveram desde sempre definidas. Dois mais dois vão ser sempre quatro e H2O vai ser sempre H2O e tudo o mais vai ser sempre assim. Cabe-nos, pois, a nós jogar, mesmo que não gostemos das regras do jogo. E temos que jogá-lo, não depende da nossa vontade.
Essa é a minha perspectiva, embora apenas uma das possíveis. Mas esta é uma premissa que fornece um resultado curioso: a desnecessidade de encontrar um criador, a desnecessidade de compreender o sentido do por que estamos aqui. Se o mundo desde sempre existiu, deixa de fazer sentido perguntar porquê que existimos. O mundo é, sempre foi e sempre será. É uma premissa que conduz a um ponto focal, a um ponto único de racionalização.
De facto, o tempo é apenas uma medida como outra qualquer. Não tem qualquer significado semântico. É apenas uma forma de orientação, uma questão prática. Mas não possui relevância em si mesma.
Para mim, o mundo é apenas guiado pelas leis da natureza e da física e a sua linguagem é a matemática. Leis que são imutáveis, por consequência imunes ao passar do tempo.
Para mim, o mundo não é um jogo de dados. Só consigo concebê-lo de uma forma determinista, mas tão complexo que só o apreendemos de uma forma aleatória. Como o lançamento de um dado em que definimos probabilidades, mas a verdade é que o resultado depende tão só e apenas da força com que lançamos o dado, da sua inclinação e da superfície onde cai o dado e de todas as outras variáveis associadas.
Para mim, o mundo também não é batoteiro, pois os jogadores somos nós, e as regras do jogo estiveram desde sempre definidas. Dois mais dois vão ser sempre quatro e H2O vai ser sempre H2O e tudo o mais vai ser sempre assim. Cabe-nos, pois, a nós jogar, mesmo que não gostemos das regras do jogo. E temos que jogá-lo, não depende da nossa vontade.