"Com a morte de cada homem termina um universo cultural específico, mais ou menos rico mas sempre original e irrepetível. O que o homem deixa quando morre – os seus escritos, os objectos culturais que criou, a memória da sua palavra, dos seus gestos ou do seu sorriso naqueles que com ele viveram, os filhos que gerou – tudo exprime uma realidade que está para além do corpo físico, de um certo corpo físico que esse homem usou para viver o seu limitado tempo pessoal de ser homem." In: "Viver, envelhecer e morrer com dignidade", de Daniel Serrão.
Desta leitura, ocorrem-me dois aspectos fundamentais. Primeiro, a Vida é uma revelação a todo e qualquer instante; seja na conversa com um Amigo íntimo, seja com o olhar de um desconhecido com o qual nos cruzamos despreocupadamente na rua. Segundo, apesar de todo o avanço da Ciência, felizmente, nada consegue mensurar a nossa imaterialidade ...
Este texto do Dr. Daniel Serrão não vos enche de uma enorme vontade de conhecer todas as pessoas do Mundo ?