Vivemos num tempo simulado.
Simulamos o que não somos e até, veja-se bem, o que somos, tal se torna já confuso distinguir a simulação do real. Distinguir o que somos daquilo que não somos, ou será que somos ambos??
Exigem-se superheróis, mas mais vale parecê-lo do que sê-lo, pois superheróis só nos filmes, não é verdade?
O eu é agora, ARROGANTEMENTE, o eu simulado, o pseudo-herói.
Simulamos o que não somos e até, veja-se bem, o que somos, tal se torna já confuso distinguir a simulação do real. Distinguir o que somos daquilo que não somos, ou será que somos ambos??
Exigem-se superheróis, mas mais vale parecê-lo do que sê-lo, pois superheróis só nos filmes, não é verdade?
O eu é agora, ARROGANTEMENTE, o eu simulado, o pseudo-herói.
A partir de agora...
Simulam-se as fraquezas: “quais fraquezas?”
Simula-se o futuro: “Então como se imagina daqui a 10 anos?” -> “Daqui a um ano, no seu lugar, daqui a dez the sky's the limit”
Simula-se o carácter: “Este era o sonho da minha vida e pós-vida!”
Simulam-se os nossos valores. Simula-se o que somos.