Causa-me um certo enfado o cliché que preconiza tudo olhar, ver, sentir, fazer, enfim, viver como se fosse a última vez, a derradeira, a final; um espírito jovem não consegue crer nisso. Sem embargo, porém, é enorme e belo o mundo que se redescobre e reinventa quando se existe como se todos os dias fossem o começo e a origem.
Não há nada equivalente, que bom que é ser-se rosebud … Opening!